IV Passeio Natal 23-12-2012

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Conhece os segredos para uma calibragem perfeita


Uma dúvida frequente entre ciclistas é a pressão correcta a usar nos pneus.
A pressão correcta não é um número fixo, imutável. A pressão correcta depende muito de alguns factores que devem ser levados em consideração.
Em geral os pneus de ciclismo são calibrados entre 80 libras psi e 110 libras, podendo chegar a 130 libras em caso de competição em bom piso.
No caso das bicicletas de montanha, a pressão pode variar desde 25 até 60 libras psi, dependendo do pneu. A pressão a ser usada nos pneus depende muito do peso do Bttista, do tipo de pneu, das condições atmosféricas, do piso e do uso que se vai fazer.
O pneu dianteiro pode ser calibrado entre 15 a 20% menos que o traseiro para ajudar a amortecer as imperfeições do terreno e poupar os braços de impactos, especialmente no caso das bicicletas de ciclismo e das de BTT sem suspensão dianteira.
Considerações a ter na altura de escolher a pressão dos pneus.
      • Quanto mais leve o ciclista menos pressão é necessária nos pneus;
      • Quanto mais liso e perfeito o piso, maior pode ser a pressão;
      • Menos pressão nos pneus significa mais atrito com o chão, portanto maior aderência;
      • Maior pressão significa menos contacto com o chão, portanto menos aderência, e em contrapartida, maior velocidade da bicicleta;
      • Quanto mais fino o pneu, mais pressão ele admite;
      • Sob chuva um pneu com menor pressão terá maior aderência ao terreno.
A pressão correcta para os pneus da tua bicicleta vem da combinação dos factores acima descritos. O melhor é cada ciclista fazer testes com várias pressões e ver a que melhor se adapta ao seu estilo e à necessidade do momento. Aumenta ou diminui a pressão do pneu de 5 em 5 libras para teres parâmetros de comparação.
NOTA: pneus excessivamente vazios são mais propensos a furos e desgastam-se mais, e pneus excessivamente cheios transmitem mais impacto ao ciclista, em contrapartida tornam a bicicleta mais rápida em estrada.

As melhores combinações e misturas de pneus para montanha



Entrámos na Primavera, os trilhos ficam mais coloridos, a lama começa a desaparecer e os terrenos tornam-se mais arenosos. Esta é altura ideal para colocar a repousar os seus pneus de Inverno ou trocar os seus velhos pneumáticos. E porque não experimentar uma combinação, não de marcas diferentes mas de modelos diferentes, para cada uma das rodas.
Desta forma consegue enquadrar em cada roda as características ideias para cada função: na traseira um ênfase na tracção e num rolar mais fluido; e na dianteira uma direcção mais precisa e uma maior estabilidade, onde o atrito é menos importante. Evitamos assim a tradicional montagem de ambas as rodas com o mesmo modelo de pneu com a habitual inversão do sentido de rotação do pneu traseiro.
Existem marcas como a Bontrager em que o modelo de pneu mais indicado para esta época do ano, Jones XR, tem versões diferenciadas para cada roda. 
A combinação mais utilizada pelos praticantes de BTT nacionais dos pneus da germânica Schwalbe é a montagem de um NobbyNic (habitualmente 2.1) à frente e o RacingRalph na roda traseira.
Do outro lado do Atlântico a Maxxis proporciona uma combinação mais exótica, indicada para All-mountain/Enduro com um Highroller 2.35 à frente e um LarsenTT 2.35 atrás. Da Ásia temos os Kenda, com uma combinação perfeita do modelo Karma 2.1 à frente com o Navegal 2.0 na roda traseira.
Na outra marca Alemã, a Continental, a novidade de 2009 são os RaceKing que são realmente os Reis em peso e design. Neste caso, não misturando modelos mas sim tamanhos, aconselhamos um tamanho 2.2 à frente e um 2.0 para a traseira.

Gel, Selantes e Líquidos Anti-furo



Existem no mercado variadas soluções anti-furo para os pneus. Quem não conhece e não experimentou tem por vezes alguma relutância em acreditar no seu funcionamento, mas quase todas as marcas funcionam bem e reduzem o risco em cerca de 90%.
Os furos derivados de silvas, tachas e pregos são evitados, sendo por vezes apenas necessário esperar deixar rolar um pouco o pneus e acrescentar um pouco de ar que o líquido remendará  automaticamente o furo. Só as snakebites "Mordeduras de Cobra" que são rasgões duplos simétricos maiores, habitualmente devidos a pressão baixa, subidas de passeios, de pedras afiadas ou cortes por vidro que originam rasgões, não são corrigíveis.
O senão da sua utilização é  o aumento do peso da bicicleta entre 50grs a 150grs extra por roda do próprio líquido dependendo da fórmula do líquído, a necessidade muitas vezes de ter de trocar de câmara de ar pois nem todas permitem a introdução do líquido e a redução da durabilidade da câmara, pois com o tempo o produto vai secando (não serve para quem deixa a bicicleta sem rolar durante largos períodos) ou com incorrecta utilização que tende a entupir os pipos e inutilizar a câmara de ar -  por isso nunca se pode encher um pneu com líquído com o pipo numa posição baixa, ideal sempre na parte de cima da roda com o pipo virado para baixo.
A base desses líquidos é habitualmente o Latex mas existem outras opções baseadas em propileno glicol e o etileno glicol mas com a vantagem de secar muito mais lentamente e é  por isso a fórmula usada nos EUA em toda a indústria automóvel se bem que neste caso o peso não é tão importante sendo esses compostos um pouco mais pesados que o latex.
Existe a fórmula para Tubeless  (Sem Câmara de Ar)  e para Tubes (câmara de ar), a diferença  é habitualmente apenas a maior liquidez/menos espessa da fórmula Tubeless, por isso podem ser usadas perfeitamente fórmulas Tubeless em Câmaras de ar. Algumas marcas já nem fazem distinção nas embalagens servindo para ambas.
Existem câmaras de ar já com líquido lá dentro o que dá muito jeito para o utilizador já que não tem que perder tempo a meter o líquido mas para se conseguir poupar algum dinheiro e podermos ter a câmara de ar com a medida exacta pretendida e afinar a quantidade de líquido que pretendemos existem embalagens de liquido para colocar pelo utilizador ou oficina dentro das câmaras.
Para colocar o líquido anti-furo na sua câmara em  câmaras de ar com pipo Schrader (tipo grosso/moto) é necessário uma ferramenta para abrir o pipo (vendem-se nas lojas de carros), para válvula fina existem poucas opções de marcas que permitem retirar o pipo e colocar lá dentro o líquido, nomeadamente da marca Schwalbe e nesse caso não é necessário ferramenta.

XCO das Cantarinhas - Bragança - 8/Maio/2011

GOLD RACE BEARINGS - CHECCHINI

Parece uma inovação de carácter revolucionário. Um sistema de rolamentos impressionante, desenvolvido por um Mecânico Italiano de nome Giovanni Cecchini. Aparentemente este sistema, utilizado nas rodas, roletes e centro pedaleiro permite poupar até 2,5 segundos por Kilómetro, o que é impressionante.
Associado a este sistema surge uma notícia que poderá "roçar" o estranho ou ridículo, nomeadamente o facto de supostamente este sistema ter sido utilizado por Fabian Cancellara. Já não bastava o sistema Grubber, agora associam-no a isto. Desta vez acho demasiado.
De qualquer forma poderão confirmar através dos vídeos abaixo o extremo baixo atrito destes rolamentos, designados de GOLD RACE BEARINGS.
Nem é possível comparar com os avançados rolamentos de cerâmica!
Poderão ver a notícia completa AQUI
O site do responsável pelo seu desenvolvimento em:www.cecchiniteam.it



SISTEMA BB386EVO

A BH Bikes em parceria com a FSA, está a desenvolver um novo sistema que pretende ser a evolução do já conhecido BB30. Designado de BB386EVO, este sistema ambiciona ser o modelo standard de muitos fabricantes, sendo que a rigidez é o seu ponto princicpal.Ainda não é conhecida muita informação e o site desenvolvido para promoção do projecto em: www.bbevo386.com ainda não disponibiliza a informação necessária, no entanto é compatível com todos os sistemas BB.