IV Passeio Natal 23-12-2012

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Volta a Portugal 2011 Etapa Final

Bruno Saraiva nono classificado em Lisboa.
Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros) conseguiu em Lisboa, na última etapa da Volta a Portugal, uma nona posição que soube a pouco, já que foi prejudicada por uma queda aparatosa, na frente da corrida, que impediu o corredor da equipa nacional de lutar pelos lugares mais cimeiros.
A tirada de 152,6 quilómetros, que ligou Sintra a Lisboa, terminou com triunfo do italiano Francesco Gavazzi (Lampre-ISD), que bateu com à-vontade o português Sérgio Ribeiro (Barbot-Efapel). O sprint acabou por ser disputado apenas a quatro, já que a queda deixou na dianteira só seis corredores, dois dos quais lançadores de Sérgio Ribeiro.

Dois dos ciclistas envolvidos na queda foram elementos da Selecção Nacional/Liberty Seguros, Domingos Gonçalves, que estava bem colocado e em condições de tentar surpreender os velocistas na difícil subida da Avenida da Liberdade, e Guilherme Lourenço, que partiu a bicicleta.

A derradeira etapa da Volta mostrou mais uma vez o inconformismo e a qualidade da Selecção Nacional/Liberty Seguros. Já dentro do circuito final, quando a velocidade era muita, Luís Afonso e Micael Isidoro ousaram atacar, tentando sair do pelotão. Na fase decisiva, a equipa tinha dois elementos extremamente bem colocados para discutirem a etapa, mas Domingos Gonçalves caiu e a queda provocou um corte no pelotão que impediu Bruno Saraiva de chegar mais perto do pódio.

Apesar dos azares do último dia, a Selecção Nacional/Liberty Seguros terminou a Volta a Portugal em bom plano, sendo a terceira equipa na etapa e finalizando no oitavo posto da geral. Na classificação individual, três comandados de José Poeira acabaram a prava entre os 30 melhores da geral, mesmo não e tendo poupado a esforços durante as etapas, participando em fugas. O melhor foi Micael Isidoro, 26.º, a 27m33s de Ricardo Mestre (Tavira-Prio), vencedor da 73.ª edição da Volta a Portugal.

 “Foi uma prestação muito positiva, mas gostaríamos de ter ido além, tanto na geral individual como na discussão das etapas. Na geral, a lesão do Joni Brandão condicionou-o um pouco e a presença dos nossos corredores em muitas fugas acabou por limitá-los em termos classificativos. Com um pouco mais de poupança, colocaríamos um ou dois homens nos primeiros 20. Na discussão das etapas, temos a lamentar os azares de hoje e os encostos que impediram o Bruno Saraiva de lutar pela etapa de Viseu”, afirma o seleccionador nacional, José Poeira, em jeito de balanço.

CLASSIFICAÇÕES
10.ª Etapa: Sintra – Lisboa, 152,3 km

1.º Francesco Gavazzi (Lampre-ISD), 3h57m12s (Média: 38,600 km/h)
2.º Sérgio Ribeiro (Barbot-Efapel), mt
3.º Samuel Caldeira (Tavira-Prio), mt
9.º Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 6s
16.º António Carvalho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), mt
31.º Micael Isidoro (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 27s
38.º Joni Brandão (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 39s
72.º Domingos Gonçalves (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 6s
73.º Válter Coutinho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 4m26s
74.º Hélder Leal (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 4m59s
75.º Luís Afonso (Selecção Nacional/Liberty Seguros), mt
91.º Guilherme Lourenço (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 6s

Geral Individual
1.º Ricardo Mestre (Tavira-Prio), 42h34m44s
2.º André Cardoso (Tavira-Prio), a 1m31s
3.º Rui Sousa (Barbot-Efapel), 2m24s
26.º Micael Isidoro (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 27m33s
28.º Domingos Gonçalves (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 32m58s
30.º Guilherme Lourenço (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 34m57s
38.º Joni Brandão (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 40m07s
67.º Hélder Leal (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h29m58s
74.º Luís Afonso (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h36m43s
77.º Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h37m41s
79.º Válter Coutinho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h40m09s
84.º António Carvalho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h57m46s

Volta a Portugal 2011 Etapa 9

O norte-americano Jacob Rathe venceu na Sertã a nona e penúltima etapa da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa. O corredor da Chipotle Development Team integrou um grupo de 18 unidades que se isolou pouco depois da partida da Covilhã.
Ao longo da etapa com 182,3km, o grupo dos fugitivos foi perdendo unidades e na chegada à Sertã, que desde 1976 não recebia um final de etapa de Volta, só dez corredores discutiram a vitória na etapa. Jacob Rathe de 20 anos, natural do estado do Oregon e profissional de primeiro ano foi o mais forte na linha de meta. “Correu muito bem. A fuga foi relativamente fácil, não tive dificuldade em entrar mas tive de ser cauteloso no final e guardar forças para a discussão ao sprint”, declarou o norte-americano que ao vencer em Portugal consegue a segunda vitória do ano, a primeira na Europa.

Na classificação geral não houve alterações e Ricardo Mestre (Tavira/Prio) manteve a Camisola Amarela Jogos Santa Casa. O corredor algarvio do Tavira/Prio chegou integrado no pelotão perdendo apenas 31 segundos para o grupo dos dez primeiros do dia, onde não estava nenhum adversário que colocassem em risco o símbolo da liderança. A um dia do fim da competição, Ricardo Mestre tem 1 minuto e 31 segundos de vantagem sobre o companheiro de formação, André Cardoso e no terceiro lugar está Rui Sousa (Barbot/Efapel) a 2 minutos e 24 segundos.

O dia da vitória norte-americana começou na Covilhã, a “Cidade Neve” regressou, nesta edição, ao mapa da prova com a partida para a penúltima tirada, depois da passagem da caravana na “etapa rainha”. Superados, que estavam, os dias mais decisivos da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa, a chegada à Sertã era considerada como uma das últimas oportunidades para quem ainda não tinha conseguido brilhar.

A tirada ficou marcada por uma fuga de 18 corredores. O grupo da frente foi perdendo elementos, à medida que os quilómetros se iam acumulando nas pernas, e ficou reduzido a dez unidades. O prémio de montanha de terceira categoria em Quintã, a cerca de 15km da meta, fraccionou o pelotão que não conseguiu anular a fuga. A discussão do triunfo na Sertã ficou reserva aos dez fugitivos, com Jacob Rathe a impor-se a Diego Milan (Caja Rural) e a Davide Riccibitti (Farnese Vini/Neri).

Dia de consagração dos vencedores!

Para se encontrar definitivamente o vencedor da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa falta realizar-se apenas a décima etapa. Esta segunda-feira de feriado nacional, o pelotão vai partir de Sintra e rolar em direcção ao centro da capital portuguesa. Lisboa será novamente palco do final da Volta. Acredita-se que a última etapa seja de consagração mas na meta, junto ao Marquês de Pombal, os sprinters vão querer despedir-se em grande.

Volta a Portugal 2011 Etapa 8 continuação


André Cardoso venceu uma das etapas mais difíceis dos 84 anos de historial da Volta a Portugal em Bicicleta.
Após 182,8 quilómetros e percorridos os locais mais emblemáticos, e de difícil escalada, na Serra da Estrela, a armada algarvia do Tavira / Prio além de vencer a etapa ainda reforçou a Camisola Amarela Jogos Santa Casa de Ricardo Mestre, terceiro classificado na Torre a apenas 3 segundos do companheiro de equipa.
Com os resultados deste sábado, a formação comandada por Vidal Fitas passou a ter dois homens na frente da corrida porque André Cardoso chegou à vice liderança e o mais difícil agora é…perder a 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa. Cardoso está a 1 minuto e 31 enquanto o terceiro classificado passou a ser Rui Sousa (Barbot /Efapel) a 2 dois minutos e 24.

A passagem pelo centro da Covilhã e a escalada às Penhas da Saúde e Penhas Douradas proporcionaram momentos de ciclismo ao mais alto nível em que a subida final ao ponto mais alto de Portugal Continental feita a partir de Seia foi o epilogo de uma etapa emocionante. Nos quilómetros finais, os algarvios, sempre em maior número, resguardaram ao máximo o líder Ricardo Mestre, tratando Nélson Vitorino de fazer o trabalho mais esforçado que permitiu anular fugas e deixar pelo caminho todos os homens que aspiravam ao triunfo, nomeadamente Hernâni Broco (LA / Antarte) e João Cabreira (Onda/ Boavista). Rui Sousa foi o único adversário que resistiu até ao fim e terminou com o tempo do vencedor mas ganhando apenas três segundos a Ricardo Mestre que ficou ainda mais primeiro após esta tirada que em nada ficou a dever a outras provas internacionais em dificuldade. Agora faltam apenas dois dias de prova e outras tantas etapas para chegar à consagração em Lisboa.

Regresso à Sertã 35 anos depois

A Covilhã, regressou este ano ao mapa da Volta a Portugal Jogos Santa Casa. Depois da passagem do pelotão em direcção à Torre, este domingo a “cidade neve” assiste à partida da nona e penúltima etapa. Da encosta da Serra da Estrela, a caravana segue para o centro de Portugal e após 182,3 Km a meta estará instalada na vila da Sertã que há 35 anos não recebe uma chegada da grande competição. À semelhança do que já aconteceu este sábado, a etapa será antecipada 15 minutos, uma decisão tomada devido à média baixa que o pelotão tem feito nos últimos dias e que tem condicionado os horários da transmissão televisiva da RTP.

Após a etapa, o Município a Sertã irá prestar homenagem ao antigo ciclista Marco Chagas que alcançou naquela vila a primeira vitória numa etapa da Volta. Nesta homenagem será descerrada uma placa evocativa da efeméride junto ao local onde venceu Marco Chagas.
(Fonte: FreeBike)

Volta a Portugal 2011 Etapa 8


Selecção Nacional/Liberty Seguros descomplexada na etapa-rainha.
As dificuldades extremas da oitava etapa da Volta a Portugal não atemorizaram os jovens da Selecção Nacional/Liberty Seguros, que se mantiveram muito activos ao longo dos 182,8 quilómetros, que ligaram Seia ao Alto da Torre, na serra da Estrela.

Domingos Gonçalves e Micael Isidoro integraram a principal fuga da jornada, iniciada ao quilómetro dez. Aqueles dois representantes da Selecção Nacional/Liberty Seguros mantiveram-se destacados durante cerca de 150 quilómetros, passando junto dos primeiros as subidas para o Alto de Teixeira, Penhas da Saúde e Penhas Douradas. Só foram ultrapassados pelo grupo do camisola amarela em plena subida final, a caminho da Torre.

Correndo com uma estratégia diferente, também Joni Brandão e Guilherme Lourenço estiveram em evidência. Os dois corredores conseguiram manter-se no restrito grupo dos favoritos até à ascensão de Seia para a Torre, onde acabaram por perder o contacto e por terem de seguir ao próprio ritmo.

Na meta, o melhor elemento da equipa nacional foi Micael Isidoro, 29.º classificado, a 8m59s de André Cardoso (Tavira-Prio), que tiunfou na Torre. Joni Brandão foi o 30.º, a 9m10s do primeiro. Micael Isidoro subiu ao 25.º posto da geral, a 25m22s de Ricardo Mestre (Tavira-Prio), que se mantém com a camisola amarela.

“Esta etapa não foi mais nem menos do que se esperava, foi um terror. Colocámos dois ciclistas na fuga e outros dois sempre no grupo dos favoritos. Acabámos por ter um bom desempenho colectivo, que nos permitiu subir ao oitavo lugar da geral colectiva”, congratula-se o seleccionador nacional, José Poeira.


CLASSIFICAÇÕES
8.ª Etapa: Seia – Torre, 182,8 km

1.º André Cardoso (Tavira-Prio), 5h28m58s (Média: 33,341 km/h)
2.º Rui Sousa (Barbot-Efapel), mt
3.º Ricardo Mestre (Tavira-Prio), a 3s
29.º Micael Isidoro (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 8m59s
30.º Joni Brandão (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 9m10s
37.º Domingos Gonçalves (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 13m35s
39.º Guilherme Lourenço (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 15m24s
57.º Luís Afonso (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 34m02s
68.º Hélder Leal (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 50m03s
70.º Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros), mt
71.º António Carvalho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), mt
75.º Válter Coutinho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), mt

Geral Individual
1.º Ricardo Mestre (Tavira-Prio), 34h12m39s
2.º André Cardoso (Tavira-Prio), a 1m31s
3.º Rui Sousa (Barbot-Efapel), 2m24s
25.º Micael Isidoro (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 25m22s
27.º Joni Brandão (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 27m08s
29.º Domingos Gonçalves (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 31m08s
31.º Guilherme Lourenço (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 33m07s
63.º Luís Afonso (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h19m25s
68.º Hélder Leal (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h23m15s
75.º Válter Coutinho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h30m23s
80.º Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h35m51s
86.º António Carvalho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 1h45m20s
(Fonte: FreeBike)

Volta a Portugal 2011 Etapa 7 continuação

Ricardo Mestre é o novo Camisola Amarela da 73ª Volta a
Portugal Jogos Santa Casa depois de vencer o contra-relógio
da sétima etapa.
Nos 35,3 quilómetros de luta individual contra o cronómetro
entre o Sabugal e a Guarda, o corredor algarvio gastou 46
minutos e 52 segundos deixando o segundo melhor registo,
de Hernâni Broco (LA / Antarte), a um minuto. Ricardo
Vilela (Onda/Boavista) foi o terceiro classificado a minuto
e 42 segundos do melhor tempo.

O anterior líder, Sérgio Ribeiro (Barbot/Efapel) não conseguiu melhor que a sétima posição a quase dois minutos e meio de Mestre e desceu ao quarto lugar da geral.
Após esta etapa, a Volta a Portugal Jogos Santa Casa já conheceu quarto líderes distintos, mas esta é a primeira vez que Mestre está de amarelo na “Grandíssima” além de ter ganho esta sexta-feira o primeiro crono da carreira. “É sempre bom vestir a amarela e confio na equipa para a poder defender. Sabia que ganhar este contra-relógio era bastante difícil depois de fazer seis etapas. Agora quem quiser ganhar a Volta vai ter de atacar amanhã mas nós vamos estar atentos a todas as situações. Tenho a camisola amarela, mas também tenho dois colegas de equipa que estão bem posicionados, vamos ver…”, afirmou Ricardo Mestre aludindo à Etapa Rainha da Serra da Estrela.

As equipas portuguesas têm dominado esta Volta desde o primeiro dia. Neste contra-relógio os primeiros oito classificados foram corredores nacionais e na classificação geral, entre os dez melhores, apenas surge um estrangeiro, exactamente na décima posição.

Vem aí a Torre, o dia das grandes decisões

Depois do contra-relógio, sem tempo para recuperar fôlego, o pelotão enfrenta a Etapa Rainha da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa subindo a Serra da Estrela até ao alto da Torre. Este sábado, a partida de Seia está marcada para as 11h50, 15 minutos antes do horário inicialmente estabelecido. O pelotão vai percorrer os principais pontos da serra, recuperando a Lagos Sports, este ano, a tradicional escalada às Penhas da Saúde pelo lado da Covilhã. Nos derradeiros quilómetros a ascensão ao ponto mais alto de Portugal continental será feita por Seia.

No domingo a etapa que vai começar na Covilhã será também antecipada 15 minutos, decisão tomada pela organização devido à média baixa que o pelotão tem feito nas últimas etapas e que tem condicionado os horários de transmissão televisiva da RTP.
(Fonte: FreeBike)

Volta a Portugal 2011 Etapa 7


Domingos Gonçalves melhor da selecção no contra-relógio.
Domingos Gonçalves foi o melhreor presentante da Selecção Nacional/Liberty Seguros na sétima etapa da Volta a Portugal, o duríssimo contra-relógio de 35,3 quilómetros, que hoje ligou o Sabugal à Guarda.
O corredor natural de Barcelos fez o 40.º registo, a 5m49s de Ricardo Mestre (Tavira-Prio), vencedor da etapa com um tempo-canhão de 46m52s. Joni Brandão, 47.º, a 6m04s, foi o segundo elemento da equipa nacional. Na geral, Micael Isidoro, 31.º, a 16m22s de Ricardo Mestre, é o mais bem colocado da Selecção Nacional/Liberty Seguros.

“Numa etapa com as especificidades de um contra-relógio tão extenso e tão duro, não se podia exigir resultados a uma equipa tão jovem como a nossa. Cada um tinha apenas de dar o seu melhor, pensando já nas três etapas que aí vêm, começando pela de amanhã, que é de alta montanha e tão ou mais difícil do que as tiradas mais duras do Tour, do Giro ou da Vuelta”, frisa o seleccionador nacional, José Poeira.

Neste sábado os corredores vão encontrar uma etapa de 182,8 quilómetros, com partida de Seia e chegada ao alto da Torre, na serra da Estrela. A meta coincide com uma contagem de montanha de categoria especial, mas o percurso inclui ainda uma subida de terceira, no Alto de Teixeira, uma de primeira, nas Penhas da Saúde via Covilhã, e uma de segunda, na escalada de Manteigas para as Penhas Douradas.

CLASSIFICAÇÕES
7.ª Etapa: Sabugal – Guarda, 35,3 km
1.º Ricardo Mestre (Tavira-Prio), 46m52s (Média: 45,192 km/h)
2.º Hernâni Broco (LA-Antarte-Rota dos Móveis), a 1m00s
3.º Ricardo Vilela (Onda-Boavista), a 1m42s
40.º Domingos Gonçalves (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 5m49s
47.º Joni Brandão (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 6m04s
69.º Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 7m26s
74.º Luís Afonso (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 7m47s
76.º Micael Isidoro (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 7m49s
82.º Hélder Leal (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 8m14s
84.º António Carvalho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 8m22s
87.º Válter Coutinho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 8m31s
93.º Guilherme Lourenço (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 9m07s

Geral Individual
1.º Ricardo Mestre (Tavira-Prio), 28h43m42s
2.º Hernâni Broco (LA-Antarte-Rota dos Móveis), a 44s
3.º André Cardoso (Tavira-Prio), a 1m40s
31.º Micael Isidoro (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 16m22s
34.º Domingos Gonçalves (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 17m32s
35.º Guilherme Lourenço (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 17m42s
36.º Joni Brandão (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 17m57s
53.º Hélder Leal (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 33m11s
66.º Válter Coutinho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 40m19s
72.º Luís Afonso (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 45m22s
73.º Bruno Saraiva (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 45m47s
82.º António Carvalho (Selecção Nacional/Liberty Seguros), a 55m16s
(Fonte: FreeBike)

Volta a Portugal 2011 Etapa 6 continuação

Francesco Gavazzi da equipa Lampre/ISD foi o mais rápido em Castelo Branco e venceu ao sprint a sexta etapa da 73ª Volta a Portugal Jogos Santa Casa. Depois de dois segundos lugares, atrás do líder Sérgio Ribeiro (Barbot / Efapel), o corredor italiano conseguiu finalmente bater o português.
Após o triunfo na etapa mais longa da prova, Francesco Gavazzi estava aliviado por ter conseguido chegar à vitória. “Ganhar aqui (em Portugal) é especial porque a primeira corrida que fiz como estagiário profissional foi a Volta a Portugal em 2005. Além disso é bom ganhar numa corrida que dedica tanto calor humano ao ciclistas como no Giro de Itália e no Tour de França. A etapa foi muito dura, nós tínhamos conhecimento disso mas estou bem e tenho conseguido passar as pequenas montanhas e sabia que podia vencer esta etapa se o final fosse discutido em pelotão” explicou Gavazzi de 27 anos.

A Camisola Amarela Jogos Santa Casa continua a pertencer a Sérgio Ribeiro, que ao fazer o segundo lugar na etapa conseguiu mais seis segundos de bonificação, aumentando a vantagem para a concorrência. Antes do importante contra-relógio desta sexta-feira, o corredor do Barbot / Efapel tem agora 14 segundos de vantagem sobre Hernâni Brôco (LA / Antarte).

Depois do dia de descanso o pelotão regressou à estrada para a etapa mais longa da prova, 215,9 quilómetros corridos entre Aveiro e Castelo Branco. A longa quilometragem e a temperatura elevada, superior aos 40ºC, foram os principais adversários.

Na extensa tirada, a fuga do dia foi protagonizada por seis corredores, que se isolaram depois do quilómetro 30. Entre os seis fugitivos, que conseguiram a vantagem máxima de sete minutos, estavam dois portugueses, o jovem António Carvalho da Selecção Nacional e Célio Sousa. Debaixo do forte calor, o corredor do Onda/Boavista ainda atacou no grupo da frente e conseguiu rolar sozinho durante algum tempo mas seria alcançado a 20 quilómetros da chegada quando o pelotão voltou a rolar compacto para a discussão do sprint final na cidade albicastrense.

O Camisola Amarela Jogos Santa Casa, Sérgio Ribeiro, ainda tentou chegar à terceira vitória este ano, mas desta vez o triunfo foi de Francesco Gavazzi (Lampre/ISD), que vingou os dois segundos lugares em Oliveira do Bairro e Santo Tirso, sempre atrás do corredor do Barbot/Efapel.
(Fonte: FreeBike)